Como a lua no céu azul, estou sozinha no meu quarto. Apaguei a lâmpada. Choro. Choro porque estás longe de mim e nunca saberás quanto te amo.
A flauta de Jade
segunda-feira, 29 de março de 2010
Pelas tardes azuis do Verão, irei pelas sendas, Guarnecidas pelo trigal, pisando a erva miúda: Sonhador, sentirei a frescura em meus pés. Deixarei o vento banhar minha cabeça nua. Não falarei mais, não pensarei mais: Mas um amor infinito me invadirá a alma.